Deputados passariam aperto se a remuneração das excelências fosse com base em produtividade. A coluna levantou a quantidade de sessões deliberativas no Plenário da Câmara nos últimos três meses. Foram 50 entre 1º de junho e hoje. Deliberativas, aquelas nas quais há votação (portanto, as que importam), apenas 16, ou 32%. O restante foi apenas embromação, como sessões solenes ou homenagens a pessoas ou instituições anônimas fora do reduto eleitoral do deputado proponente.
