A maioria dos brasileiros é contra a convocação de Neymar para a Copa do Mundo de 2026. É o que mostra uma pesquisa nacional da AtlasIntel sobre a relação do torcedor com a Seleção Brasileira às vésperas do Mundial.
Segundo o levantamento, 50,3% dos entrevistados afirmaram que o atacante não deveria estar na lista da Seleção para a Copa. Outros 42% defenderam a presença do jogador no torneio, enquanto 7,7% disseram não saber. A maioria dos brasileiros é contra a convocação de Neymar para a Copa do Mundo de 2026. É o que mostra uma pesquisa nacional da AtlasIntel sobre a relação do torcedor com a Seleção Brasileira às vésperas do Mundial.
Segundo o levantamento, 50,3% dos entrevistados afirmaram que o atacante não deveria estar na lista da Seleção para a Copa. Outros 42% defenderam a presença do jogador no torneio, enquanto 7,7% disseram não saber. A pesquisa mostra diferenças importantes entre gerações e regiões do país. Entre os entrevistados da Geração Z, 55,1% apoiam a convocação do atacante. Já entre baby boomers e integrantes da geração silenciosa, a rejeição chega a 76,8%. Mulheres também aparecem mais contrárias ao retorno do camisa 10: 59% disseram ser contra a convocação, contra 41,3% entre os homens.
Regionalmente, o Nordeste é a única região onde a aprovação supera a rejeição. No levantamento, 57,3% dos nordestinos afirmaram que Neymar deveria disputar a Copa. No Sudeste, principal colégio eleitoral do país, 59,9% responderam que não querem o jogador no Mundial.
Apesar da rejeição majoritária, a pesquisa indica que Neymar ainda exerce forte impacto emocional sobre parte da torcida. Entre os entrevistados favoráveis à convocação do atacante, 48,1% afirmaram que continuariam acompanhando a Seleção, mas com menos empolgação caso ele fique fora da Copa. Outros 51,1% disseram que manteriam o mesmo nível de apoio ao Brasil mesmo sem o camisa 10. Apenas 0,5% afirmaram que passariam a torcer por outra seleção.
O levantamento da AtlasIntel ouviu 964 pessoas entre os dias 27 de abril e 8 de maio de 2026. A margem de erro é de três pontos percentuais, com nível de confiança de 95%.
