Renan Santos defendeu um estado de exceção permanente em áreas dominadas por facções e afirmou que não cumpriria a ADPF das Favelas, decisão do STF que restringe operações policiais.
O candidato do Missão disse que poderia assumir o controle de polícias estaduais se governadores não colaborassem. Também prometeu construir dez presídios federais para até 40 mil detentos cada.
Na área trabalhista, Renan classificou o fim da escala 6×1 como “perigosíssimo” e defendeu a manutenção da jornada de 44 horas, além da substituição gradual da Justiça do Trabalho.
