O governador de São Paulo, Tarcísio de Freitas (Republicanos), afirmou, neste sábado (1º/8), durante discurso na convenção que o confirmou como candidato à reeleição, que “o PT nunca governou São Paulo e não vai”. E acrescentou: “Nós não vamos deixar, não vamos permitir”. Líder nas pesquisas de intenção de voto, Tarcísio tem como principal adversário na disputa ao Palácio dos Bandeirantes o ex-ministro Fernando Haddad (PT).
Ao citar que está levando o metrô para Taboão da Serra, Guarulhos e ABC, além do trem para Parelheiros, o governador afirmou que não teve ajuda do governo federal, apesar de ter obtido financiamento do Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BDNES) para obras da gestão.
Ao citar que está levando o metrô para Taboão da Serra, Guarulhos e ABC, além do trem para Parelheiros, o governador afirmou que não teve ajuda do governo federal, apesar de ter obtido financiamento do Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BDNES) para obras da gestão.
“Nada disso veio fácil, sem enfrentar resistência, sem pagar o preço político”, frisou. “As pessoas são o centro de tudo que fazemos. Não é a obra pela obra. Não é pela vaidade”, acrescentou o governador.
Em um aceno às mulheres, o governador iniciou o discurso agradecendo a esposa, Cristiane Freitas. “Se eu estou aqui de pé, é porque eu sempre tive para onde voltar. Te amo”, disse. Emocionado, também citou a mãe: “Com ela eu aprendi que a graça vem da misericórdia, não do nosso merecimento”.
Além disso, Tarcísio agradeceu à família Bolsonaro, ao se dirigir ao “filho 01” do ex-presidente Jair Bolsonaro, atualmente preso por tentativa de golpe de Estado. “Ele [Jair] tinha o carisma que eu nunca vi igual, e ele me abriu uma porta. Nós amamos o seu pai, nós amamos Jair Messias Bolsonaro”, declarou o governador de São Paulo.
O candidato à Presidência da República Flávio Bolsonaro (PL) participou do evento na capital paulista e aproveitou a ocasião para fazer campanha. Ele afirmou que Tarcísio é “boicotado” e “perseguido” pelo governo federal, comandado pelo PT, e disse que, se for eleito, a situação será diferente.
“Qualquer financiamento que vocês precisarem, basta uma ligação que vamos nos articular no Congresso para que seja aprovado”, ressaltou Flávio. Em seguida, ele acrescentou que o Brasil “não aguenta mais quatro anos de PT”.
