O Planalto restringiu a poucos ministros as discussões sobre o reajuste de 15% do Bolsa Família. A medida foi anunciada a 17 dias do primeiro turno, em meio à queda de Lula entre eleitores de menor renda.
O aumento exigirá R$ 5,8 bilhões e elevará o piso de R$ 600 para R$ 691 em outubro. Antes do anúncio, o governo consultou a AGU para avaliar a segurança jurídica da decisão.
