Presidente e ministro da Fazenda fizeram críticas ao preço da gasolina e do diesel antes de assumir o governo. O presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) e o ministro da Fazenda, Fernando Haddad (PT), fizeram críticas públicas à alta dos combustíveis no Brasil em 2021 e 2022, quando estavam fora do governo federal. As declarações foram feitas durante o aumento do preço da gasolina e do diesel naquele período.
A alta estava ligada à valorização do petróleo no mercado internacional e à política de preços da Petrobras. Durante a campanha presidencial de 2022, Lula responsabilizou o governo federal pela alta dos combustíveis e afirmou que o preço afetava diretamente consumidores e trabalhadores. “Quem não pode mais cozinhar por causa do preço do gás, quem não pode sair de carro pelo preço da gasolina ou o caminhoneiro que sofre com o preço do diesel precisa entender que a responsabilidade é do presidente”, disse o então candidato em publicação no X.
Naquele período, Lula também criticou a política de preços da Petrobras baseada na paridade com o mercado internacional. Segundo ele, o Brasil não deveria seguir automaticamente as cotações externas do petróleo.
