As últimas três semanas de campanha — entre a derrota no primeiro turno e a virada na reta final das eleições — provocaram uma reconfiguração de forças no entorno do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) e devem mexer com o desenho do próximo governo.
Segundo relatos feitos à CNN, o ex-ministro da Educação e senador Camilo Santana (PT-CE) tornou-se favorito para assumir a Casa Civil, em um lugar que inicialmente era pensado para Fernando Haddad.
Responsável pelo “Exército do Lula” e pela mobilização da esquerda nas redes sociais, o deputado federal André Janones (Rede-MG) teria carta branca para ocupar um cargo no Palácio do Planalto, como a Secom (Secretaria de Comunicação Social) ou a Secretaria-Geral.
Um posto tido como chave é a chefia da SRI (Secretaria de Relações Institucionais), responsável pela articulação política com o Congresso Nacional, que viu um forte avanço da direita no Senado e na Câmara dos Deputados.
Pessoas próximas de Lula avaliam que o comando da SRI precisa ser do Centrão, e não do PT, como ocorre hoje com o ministro José Guimarães. Antes dele, no governo Lula 3, a pasta foi liderada por Alexandre Padilha e por Gleisi Hoffmann.
Um posto tido como chave é a chefia da SRI (Secretaria de Relações Institucionais), responsável pela articulação política com o Congresso Nacional, que viu um forte avanço da direita no Senado e na Câmara dos Deputados.
Pessoas próximas de Lula avaliam que o comando da SRI precisa ser do Centrão, e não do PT, como ocorre hoje com o ministro José Guimarães. Antes dele, no governo Lula 3, a pasta foi liderada por Alexandre Padilha e por Gleisi Hoffmann. Foi ele quem convenceu o petista a gravar selfies. Lula, que nunca havia tido um celular, resistia aos apelos de assessores. Finalmente cedeu.
