As denúncias de assédio eleitoral registradas pelo Ministério Público do Trabalho (MPT) chegaram a 785 casos entre janeiro e setembro deste ano, alta de 823,5% em relação aos 85 registros contabilizados no mesmo período de 2022.
O procurador do Trabalho Igor Gonçalves, coordenador nacional de Promoção da Igualdade de Oportunidades e Eliminação no Trabalho, atribui parte do aumento à maior difusão do conceito de assédio eleitoral, que ainda estava em construção em 2022.
Em setembro daquele ano, foram 68 registros, contra 521 no mês passado. Segundo os dados, 77% das denúncias envolvem propaganda ou constrangimento político, enquanto 65% relatam coação ou ameaça econômica. Informações do Estadão.
