A decisão de manter Neymar em Nova Jersey durante a viagem da Seleção Brasileira para a Filadélfia foi tomada por cautela. Segundo fontes da CBF ouvidas pela CNN, Carlo Ancelotti já havia planejado a equipe para o confronto contra o Haiti sem considerar Neymar entre as opções disponíveis.
Conforme apurado, a avaliação interna é de que deslocar o atacante neste momento representaria um desgaste desnecessário em uma fase considerada decisiva da recuperação da lesão na panturrilha direita. “Desgaste desnecessário. A viagem atrapalharia, pelo menos, dois dias de fisioterapia”, afirmou uma fonte da entidade à CNN.
Por isso, Neymar permanecerá utilizando as estruturas do hotel The Ridge e do CT Columbia Park, onde segue o cronograma estabelecido pelo departamento médico da Seleção. Nos bastidores, a comissão técnica adota uma postura conservadora em relação ao retorno do camisa 10.
A preocupação vai além da partida desta sexta-feira. Integrantes da entidade ouvidos pela CNN afirmam que há temor de uma piora do quadro ou até mesmo de uma nova lesão caso o jogador volte aos gramados antes do momento considerado ideal.
“A equipe só vai liberar o Neymar quando tiver certeza da melhora”, disse uma fonte.
Embora o atacante tenha marcado presença em atividades em campo nesta semana, Neymar continua realizando atividades separadas do restante do elenco e segue sendo acompanhado diariamente pelo departamento médico da Seleção.
“Vai começar ainda, até porque o prazo do Dr. Lasmar termina hoje. Ele ampliou o treino, mas segue na fisioterapia normalmente”, acrescentou outra fonte da CBF.
