A bateria da escola de samba Vai-Vai, declarou greve após os resultados das eleições para a nova Diretoria Executiva da agremiação, na noite dessa segunda-feira (16/3). A votação foi realizada contra a vontade de parte da comunidade, na Câmara Municipal de São Paulo, e ficou marcada por episódios de violência e acusações de fraude.
A bateria da escola de samba Vai-Vai, declarou greve após os resultados das eleições para a nova Diretoria Executiva da agremiação, na noite dessa segunda-feira (16/3). A votação foi realizada contra a vontade de parte da comunidade, na Câmara Municipal de São Paulo, e ficou marcada por episódios de violência e acusações de fraude.
Durante a eleição, foram filmadas brigas do lado de fora da sala de reunião e protestantes sendo contidos pela Guarda Civil Metropolitana (GCM). O ponto central da discórdia política foi o estatuto da escola, classificado como “fraudulento” por parte da comunidade. Membros da agremiação também penduraram faixas contra o presidente do conselho, pedindo a saída do representante da Vai-Vai.
Apesar da pressão da comunidade, do lado de dentro da Câmara, o conselho realizou a votação. Em meio a pressão, a Chapa 1, liderada por Paulo Melo e Mingau, venceu o processo de votação por 19 votos a 2. Em sua campanha, o grupo vencedor defendeu o foco na identidade familiar e interna da Vai-Vai, defendendo uma gestão de talentos e de escuta aos alvinegros.
