As investigações sobre o Banco Master avançam na apuração das conexões de Augusto Lima, ex-CEO da instituição, com políticos.
Relatos apontam que Lima operava um esquema de pagamento de propina, com malas de dinheiro distribuídas na sede do banco, em São Paulo, ou para empresas que teriam políticos como sócios ocultos.
A PF já sabe que um dos caminhos do dinheiro passa por uma firma hoje em nome da mulher de um secretário de estado que tem ligações familiares com um cacique do PT.
