Entre um candidato em recuperação e uma veterana que não pretende pendurar as chuteiras, a eleição apresenta um cenário curioso. Mas, deixando as brincadeiras de lado, nem a idade avançada nem uma condição de saúde determinam a capacidade de exercer um mandato. A decisão cabe aos paulistas, que poderão comparar propostas, trajetórias e compromissos antes de votar em 4 de outubro.
A disputa eleitoral em São Paulo reúne trajetórias bastante diferentes. De um lado, o humorista Marquito, do PSD, que enfrenta um período de recuperação após sofrer um acidente. Do outro, Luiza Erundina, do PSOL, que, aos 91 anos, continua participando da vida política. Entre o humor dos palcos e a experiência de décadas na política, surge uma pergunta: o que deve pesar na escolha do eleitor?
Marquito, conhecido por suas participações no Programa do Ratinho, anunciou sua candidatura enquanto ainda estava em reabilitação após um grave acidente de moto ocorrido em fevereiro. O humorista, que também já foi vereador na capital paulista, enfrenta uma campanha diferente, na qual a recuperação física divide espaço com os compromissos eleitorais.
Já Luiza Erundina parece não conhecer a palavra aposentadoria. Aos 91 anos, depois de governar a capital paulista e exercer sete mandatos como deputada federal, a política decidiu disputar uma cadeira na Assembleia Legislativa pelo PSOL. Enquanto muita gente pensa em descansar depois de décadas de trabalho, Erundina continua de olho nas urnas. Sua candidatura está registrada e deferida pela Justiça Eleitoral.
Entre um candidato em recuperação e uma veterana que não pretende pendurar as chuteiras, a eleição apresenta um cenário curioso. Mas, deixando as brincadeiras de lado, nem a idade avançada nem uma condição de saúde determinam a capacidade de exercer um mandato. A decisão cabe aos paulistas, que poderão comparar propostas, trajetórias e compromissos antes de votar em 4 de outubro.
