Renan Santos afirmou que o combate às facções criminosas deverá ser concluído em até dois anos caso seja eleito presidente. Durante agenda em Aparecida, defendeu a prisão prolongada dos líderes desses grupos.
O candidato propôs uma operação coordenada pelo governo federal com estados, polícias e outras forças de segurança. Renan também aceita cooperação internacional em inteligência, mas rejeita ações estrangeiras em território brasileiro.
O plano prevê ainda a criação de 300 mil a 500 mil vagas em presídios e medidas mais rígidas contra integrantes de facções. Em agosto, Renan havia estabelecido prazo menor, de um ano, para cumprir a proposta.
