Paulinho da Força afirmou que esclarecerá ao STF ter indicado emendas na condição de deputado federal, e não como presidente do Solidariedade, após cobrança feita por Flávio Dino.
O ministro deu cinco dias para Solidariedade e Podemos explicarem a atuação de seus dirigentes, sob risco de multa diária de R$ 100 mil. Paulinho disse que Renata Abreu está na mesma situação.
Dino determinou que indicações feitas por presidentes partidários sem mandato ou ex-parlamentares sejam consideradas nulas. A medida ocorre após suspeitas envolvendo Valdemar Costa Neto.
