Os bastidores da seleção fora de campo estão rendendo mais do que os jogadores no gramado. A Copa do Mundo já serviu treta entre as mães dos filhos de Neymar, ele sendo pai se novo, selesposa pistola com críticas ao marido, caso de Taia Belloli defendendo Raphinha, selesposa faturando horrores logo após o amargo empate da estreia contra o Marrocos e jogador pedindo para voltar em plena véspera de jogo. E isso foi só o começo.
Mesmo com Casemiro sugerindo uma maneirada no uso de celulares durante a concentração, o time está mais on do que nunca, usando as redes sociais sem pensar no amanhã. Todo mundo viu a curtida de Vini Jr. na postagem das flores que Virginia Fonseca fez. Minutos antes da coletiva pré-jogo.
Não foi a única interaçãpo do atacante, que já deixou seu primeiro gol (golaço, aliás) marcado neste Mundial. Em meio a negociação do inegociável, ou seja, uma reconciliação com a influenciadora e agora repórter do “Domingão com Huck”, ele nem parece o velho Vinícius de sempre.
Famoso por não medir esforços quando o assunto é mulher e futebol, não é raro ver beldades assistindo às partidas do Real Madrid, no Estádio Bernabeu. Invariavelmente trajando a camisa número 7, de Vini, com ingressos dados por ele. Só que nessa Copa, meu bem, acabou o milho, acabou a pipoca.
Amigas e ex-affairs de Vini Jr. tentaram com ele um “ingressinho” para alguma partida. Algumas dessas moças que estarão nos Estados Unidos não terão passe livre nas partidas. E nem é pelo preço, apesar de o jogador responder que “pode arrumar por US$ 2 mil dólares”. O que ele teme é que, mais uma vez, alguma (s) de suas convidadas poste o que não deve e ele, mais uma vez, fique exposto. Afinal, deseja comemorar o hexa, quem sabe, acompanhado de Virginia.
A negativa de Vini Jr. causou revolta em algumas brasileiras que ficaram sem ingresso para os próximos jogos do Brasil, contra o Haiti, sexta-feira, 19, e Escócia, quarta-feira, 24. ”Isso aí é dinheiro de pão pra ele”, choraminga uma das moças. Força, guerreiras!
