A campanha à reeleição do presidente Lula pretende aguardar os resultados do ECA Digital antes de defender novas medidas para o uso de redes sociais por crianças e adolescentes. A proibição de acesso a plataformas por menores de 16 anos, anunciada pelo Reino Unido, não está na pauta do grupo.
Aliados do presidente avaliam que o tema pode gerar resistência de empresas de tecnologia e de setores ligados à liberdade de expressão. O foco da campanha deve permanecer na regulamentação das plataformas digitais e na aplicação do Marco Civil da Internet.
Parlamentares do PT defendem a avaliação dos efeitos do ECA Digital antes de discutir restrições mais amplas. O estatuto entrou em vigor em março e prevê medidas de proteção de crianças e adolescentes no ambiente digital.
